<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-22201299</id><updated>2011-04-22T02:21:11.607+01:00</updated><title type='text'>Rede Digital</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://rededigital.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22201299/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rededigital.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Gonçalo Correia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09019738061779139896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>8</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22201299.post-114721174078441603</id><published>2006-05-09T22:53:00.000+01:00</published><updated>2006-05-09T23:02:36.956+01:00</updated><title type='text'>Processo de Bolonha</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O Processo de Bolonha reformulará as bases do sistema de ensino e apresenta-se como uma oportunidade única de reformar o ensino superior em Portugal, adequando-o às novas realidades e integrando-o num espaço de intervenção mais alargado – a Área Europeia de Ensino Superior. O Processo de Bolonha tem como um dos seus grandes objectivos o aumento da competitividade do sistema europeu de ensino superior e a promoção da mobilidade e da empregabilidade dos diplomados do ensino superior no espaço europeu.&lt;br /&gt;Trata-se da adopção de um sistema de ensino essencialmente assente em dois ciclos, salvo raras excepções os cursos adoptarão o modelo 3+2. O 1º ciclo, de carácter mais generalista, com a duração de seis a oito semestres, corresponde à licenciatura e o 2º ciclo, de especialização, com duração de três a quatro semestres e que, em Portugal, corresponderá ao grau de Mestre. Existe, contudo, a possibilidade de realizar um 3º ciclo de ensino, que terá a duração mínima de seis semestre e corresponderá, em Portugal, ao grau de Doutor.&lt;br /&gt;O Processo de Bolonha pretende fazer o reconhecimento de graus académicos com a emissão gratuita do Suplemento ao Diploma em língua europeia profundamente utilizada. O Suplemento ao Diploma tem sido desenvolvido com vista à promoção da transparência e do reconhecimento internacional de qualificações para fins académicos e profissionais e assume um papel fundamental como instrumento de mobilidade, uma vez que descreve a natureza e o conteúdo dos programas curriculares, o nível de qualificações e presta informação sobre o sistema do ensino superior.&lt;br /&gt;Com o Processo de Bolonha é adoptado o sistema de unidades de crédito ECTS (European Credit Transfer System). Este sistema de créditos constitui um instrumento de flexibilidade no desenho dos cursos, já que, não fica associado a um plano de estudos fixo. Os ECTS são transferíveis e acumuláveis, independentemente da instituição de ensino frequentada e do país de localização da mesma, e contribuem para a promoção da mobilidade intra e extra comunitária de estudantes, docentes e investigadores.&lt;br /&gt;Com o Processo de Bolonha passa-se de um sistema de ensino assente na transmissão de conhecimentos para um sistema que tem por base o desenvolvimento de competências. É uma aprendizagem centrada no estudante, para a aquisição de competências, abrindo potencialidades de formação interdisciplinar, com uma mais fácil diversificação e articulação das formações básicas com as formações especializadas. Com este processo a União Europeia pretende aumentar a qualidade do ensino superior através da criação do gosto pelo saber, da aprendizagem de valores, da aquisição de novas metodologias de trabalho, procurando estabelecer uma estreita ligação entre a formação dos cidadãos, o reforço da cidadania e da democracia.&lt;br /&gt;O Processo de Bolonha terá, também, um grande impacto no mercado de trabalho. Como já referi, o 1º ciclo de ensino terá um carácter mais generalista, ou seja, os alunos terão conhecimentos mais multidisciplinares. Estes mesmos conhecimentos vão de encontro às necessidades do mercado de trabalho actual, uma vez que as empresas procuram, cada vez mais, profissionais com conhecimentos mais alargados e que possam desempenhar a função de profissional intermédio,ou seja, um profissional que trabalha em áreas funcionais diversas.&lt;br /&gt;Por outro lado, esses mesmos profissionais poderão estar menos preparados para desempenhar funções mais específicas, visto que apesar de haver especialização, esta só tem a duração de um ou dois anos. O facto do Processo de Bolonha permitir ao aluno fazer uma especialização ou mestrado numa área diferente da do seu 1º ciclo de ensino pode levantar alguns problemas, já que, será mais difícil afirmar com clareza qual a área científica a que determinada pessoa pertence.&lt;br /&gt;O Processo de Bolonha encontra-se alinhado com vários dos valores que temos vindo a estudar, nomeadamente, com a velocidade, os ciclos curtos, a mobilidade e a abundância e diversidade.&lt;br /&gt;A velocidade e os ciclos curtos são dois valores que estão na base do Processo de Bolonha, uma vez que se trata de dividir as licenciaturas em dois ciclos de ensino distintos. É uma forma mais rápida, apesar de se poder especular se tão eficaz, de assegurar determinados conhecimentos aos alunos. Actualmente, o grau de Mestre pressupõe uma licenciatura de quatro ou cinco anos mais dois anos. Com este processo o grau de Mestre será conseguido ao fim de cinco anos de leccionação. É, portanto, uma forma mais rápida de atingir o mesmo objectivo.&lt;br /&gt;Um dos objectivos do Processo de Bolonha é a promoção da mobilidade de docentes e estudantes. Este objectivo vai de encontro aos valores que temos vindo a estudar, uma vez que as pessoas valorizam, cada vez mais, a sua mobilidade. A livre circulação é um dos conceitos estruturantes da União Europeia e, através deste processo, facilita-se a mobilidade de estudantes, docentes e investigadores.&lt;br /&gt;Por fim, este novo sistema de ensino possibilitará, aos estudantes universitários, uma maior possibilidade de escolha quanto à especialização a efectuar, ou seja, os estudantes poderão efectuar especializações em áreas muito específicas. A existência de dois ciclos de ensino proporcionará aos estudantes uma maior diversidade de conhecimentos. Estas duas possibilidades vão ao encontro de um dos valores que temos vindo a estudar, nomeadamente, a abundância e diversidade.&lt;br /&gt;Apesar de estar confiante só o futuro dirá se o Processo de Bolonha se consubstanciará ou não numa mais valia para o ensino e, consequentemente, para toda a sociedade.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22201299-114721174078441603?l=rededigital.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rededigital.blogspot.com/feeds/114721174078441603/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22201299&amp;postID=114721174078441603' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22201299/posts/default/114721174078441603'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22201299/posts/default/114721174078441603'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rededigital.blogspot.com/2006/05/processo-de-bolonha.html' title='Processo de Bolonha'/><author><name>Gonçalo Correia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09019738061779139896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22201299.post-114675652616908619</id><published>2006-05-04T16:09:00.000+01:00</published><updated>2006-05-04T16:28:46.206+01:00</updated><title type='text'>Tema para o Seminário</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O tema que pretendo desenvolver no meu seminário tem como "tema chapéu" a Sociedade da Informação e do Conhecimento (SIC) no Trabalho e na Empresa. Pretendo abordar e desenvolver as novas ferramentas que a SIC põe ao serviço das empresas e quais as suas vantagens e desvantagens para a produtividade dessas mesmas empresas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;De forma a reduzir mais o objecto da minha abordagem optei por analisar o CRM, uma ferramenta que possibilita, entre outras coisas, a integração dos dados dos clientes. Para uma estruturação mais correcta da minha apresentação decidi dividi-la em três partes distintas. Na primeira parte explicarei o que é um CRM e quais as suas funcionalidades. A segunda parte consistiria num exemplo de uma empresa que utilizasse de uma forma correcta o CRM, e a terceira num mau exemplo de utilização de um CRM.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22201299-114675652616908619?l=rededigital.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rededigital.blogspot.com/feeds/114675652616908619/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22201299&amp;postID=114675652616908619' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22201299/posts/default/114675652616908619'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22201299/posts/default/114675652616908619'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rededigital.blogspot.com/2006/05/tema-para-o-seminrio.html' title='Tema para o Seminário'/><author><name>Gonçalo Correia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09019738061779139896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22201299.post-114652380690310344</id><published>2006-05-01T23:43:00.000+01:00</published><updated>2006-05-02T00:08:19.410+01:00</updated><title type='text'>A Internet é democrática?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Esta é uma pergunta que tem levantado grandes questões e para a qual ainda não se encontrou uma resposta definitiva. Saber se a Internet é ou não democrática implica ter em consideração muitos aspectos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Internet tem uma importância cada vez maior nas sociedades contemporâneas. Longe vão os tempos em que a Internet era apenas utilizada como mais uma forma de pesquisar informação. Actualmente, a Internet assume-se como uma maneira mais fácil e rápida de fazer compras, efectuar pagamentos, expressar opiniões,... e fazer propaganda. Hoje em dia, é impensável fazer uma campanha política sem utilizar a Internet. Esta tornou-se, assim, uma poderosa “arma” do marketing político.&lt;br /&gt;Os meios de comunicação de massas tradicionais (rádio, televisão e imprensa escrita) caracterizam-se por limitações de tempo e de espaço, logo, nem toda a gente pode expressar a sua opinião. A possibilidade de expressar opiniões fica restringida a pessoas com interesse público, vedando, assim, o acesso à maioria da população. Quanto a este aspecto podemos considerar a Internet mais democrática que os meios de comunicação de massas tradicionais, uma vez que, qualquer pessoa pode comunicar, desde que tenha acesso a um computador e possua os mínimos conhecimentos de informática.&lt;br /&gt;Na Internet todas as pessoas podem expressar a sua opinião através de fóruns, blogs ou chats, ou seja, não há distinção em termos de raça, idade, nível económico ou importância social.&lt;br /&gt;Contudo, esta democraticidade pode levantar alguns problemas. Na Internet é mais fácil falsear identidades e através de um nickname qualquer pessoa pode dizer o que quiser sem ser responsabilizada por isso. Torna-se, assim, mais fácil difamar e/ou caluniar outras pessoas.&lt;br /&gt;A democraticidade da Internet pauta-se, também, pelo facto de cada um poder escrever o que quiser sobre o que quiser. As limitações existentes na Internet são muito poucas e são, normalmente, impostas pelos utilizadores de determinado fórum ou chat.&lt;br /&gt;A Internet pode ser considerada democrática, já que, é o utilizador que procura a informação que lhe interessa. É verdade que as pessoas podem optar entre diferentes estações de televisão ou de rádio ou entre diferentes jornais, no entanto, essa escolha é sempre limitada. Há sempre alguém que selecciona e filtra a informação presente nos meios de comunicação de massas tradicionais. Na Internet, pelo contrário, não há filtros, ou seja, o utilizador pode ter acesso a qualquer tipo de informação ou de opinião.&lt;br /&gt;Por outro lado, o facto de não haver restrições à informação que circula na Internet pode levantar alguns problemas, uma vez que, pode por em causa a sua veracidade. Não há nenhuma entidade que controle se a informação colocada na Internet é ou não verídica.&lt;br /&gt;Apesar de grande parte da população dos países desenvolvidos utilizar a Internet, a realidade nos países em vias de desenvolvimento é bastante diferente. Esta diferença no acesso às novas tecnologias da informação e da comunicação deu origem a uma nova forma de exclusão, a info-exclusão, que distingue os que têm acesso às novas tecnologias da informação e da comunicação (Info-ricos) dos que não têm (Info-pobres).&lt;br /&gt;Apesar de podermos considerar a Internet democrática, a sua disseminação ainda não o é. A Internet constitui-se, assim, como um novo factor de distinção entre os países desenvolvidos e os países em vias de desenvolvimento, provocando, também, assimetrias entre a população de determinado país.&lt;br /&gt;A democraticidade implica confidencialidade, ou seja, o utilizador da Internet deve ver os seus dados ou mensagens pessoais protegidos. Mas esta confidencialidade pode levantar problemas, nomeadamente, ao facilitar o crime organizado. Torna-se, portanto, necessário encontrar o meio-termo entre confidencialidade e libertinagem.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22201299-114652380690310344?l=rededigital.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rededigital.blogspot.com/feeds/114652380690310344/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22201299&amp;postID=114652380690310344' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22201299/posts/default/114652380690310344'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22201299/posts/default/114652380690310344'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rededigital.blogspot.com/2006/05/internet-democrtica.html' title='A Internet é democrática?'/><author><name>Gonçalo Correia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09019738061779139896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22201299.post-114354321926555925</id><published>2006-03-28T11:47:00.000+01:00</published><updated>2006-03-28T12:01:03.850+01:00</updated><title type='text'>Pode ser-se demasiado criativo?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Segundo o dicionário Koogan Larousse Selecções, a criatividade é a “faculdade ou o atributo de quem ou do que é criativo; capacidade de criar coisas novas; espírito inventivo: &lt;em&gt;criatividade artística&lt;/em&gt;.”&lt;br /&gt;Portugal pode ser caracterizado como um país de inventores. Com muita frequência temos conhecimento de portugueses que se destacam pelo seu espírito inventivo. O problema de Portugal não reside na falta de espírito inventivo, mas sim, no facto de não aproveitar as vantagens que dessas invenções podem advir.&lt;br /&gt;Cada vez mais as empresas procuram pessoas criativas, com ideias novas e que ajudem a empresa a destacar-se dos seus concorrentes. As empresas tentam ao máximo incentivar a criatividade dos seus funcionários e para isso recorrem a várias técnicas que podem ir desde sessões de brainstorming até fins-de-semana em resorts de luxo.&lt;br /&gt;Muitas empresas possuem um departamento de investigação e de desenvolvimento. Estes departamentos são autênticos “laboratórios” de ideias, nos quais as empresas tentam criar novos produtos que vão de encontro às necessidades dos consumidores.&lt;br /&gt;As empresas têm grandes incentivos para, frequentemente, inovarem no desenvolvimento de um novo produto, uma vez que, introduzir ofertas distintivas é a melhor forma de proteger a sua cota de mercado e fazer face aos seus concorrentes. No entanto, uma empresa não pode ter uma oferta demasiado vasta, já que, isso implicaria demasiados custos.&lt;br /&gt;Em termos de marketing, quanto maior a variedade de produtos que uma empresa oferece aos seus clientes, maior é a probabilidade de os satisfazer. Contudo, demasiada variedade de produtos torna as operações complexas e dispendiosas, uma vez que, quanto mais complexidade se introduzir na cadeia de valor da empresa, mais custos esta terá.&lt;br /&gt;É necessário, portanto, acrescentar variedade de uma forma cautelosa, encontrando, assim, o equilíbrio entre inovação e complexidade. As empresas devem tentar determinar qual a amplitude de produtos ou serviços que os clientes desejam e gerir as operações de uma forma eficiente, procurando atingir, desta forma, o grau de complexidade necessário (mas não mais).&lt;br /&gt;A criação de ideias e o espírito inventivo dos funcionários deve ter em conta os objectivos da empresa. O importante é direccionar as ideias e a criatividade dos funcionários para os objectivos da organização. Ou seja, dar aos funcionários a oportunidade de serem criativos, mas respeitando vários parâmetros previamente estabelecidos pela empresa. Muitos profissionais poderão entender estes parâmetros como limitações à sua criatividade, no entanto, a empresa tem de assegurar que as ideias dos seus profissionais estão de acordo com a cultura organizacional e com os objectivos da mesma.&lt;br /&gt;Num mundo marcado pelas novas tecnologias da informação e da comunicação as boas ideias são a chave para o sucesso. Exemplo de uma boa ideia foi o &lt;em&gt;Google&lt;/em&gt;. Esta empresa surgiu da dificuldade que os utilizadores da Internet tinham em encontrar a informação que procuravam, devido à enorme quantidade de informação existente. Este motor de busca constituiu-se como uma boa ideia não apenas pela enorme “dose” de criatividade que lhe é inerente, mas também, porque vai de encontro às necessidades das pessoas, ou seja, porque é útil.&lt;br /&gt;No entanto, a criatividade tem limites e algumas pessoas podem correr o risco de serem demasiado criativas. Inventar algo que o mercado não pode absorver ou que as pessoas não podem usar, não constitui uma boa ideia. O que significa que temos de ser criativos dentro de certos limites.&lt;br /&gt;Para perceber se estamos perante uma boa ou uma má ideia temos de a partilhar. A necessidade de partilhar uma ideia para que esta seja aceite pelo mercado e se constitua como uma boa ideia, é facilmente comprovada pelo fracasso da Minitel, que a França não partilhou com os outros países, e pelo sucesso da Internet, que está presente em todos os países do mundo.&lt;br /&gt;Muitos autores defendem que a riqueza de uma empresa assenta nos seus funcionários, por isso, só empresas com profissionais criativos se poderão destacar no mercado.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22201299-114354321926555925?l=rededigital.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rededigital.blogspot.com/feeds/114354321926555925/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22201299&amp;postID=114354321926555925' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22201299/posts/default/114354321926555925'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22201299/posts/default/114354321926555925'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rededigital.blogspot.com/2006/03/pode-ser-se-demasiado-criativo.html' title='Pode ser-se demasiado criativo?'/><author><name>Gonçalo Correia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09019738061779139896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22201299.post-114229576441933669</id><published>2006-03-14T00:01:00.000Z</published><updated>2006-03-14T16:23:03.506Z</updated><title type='text'>Que papel tem Portugal na Sociedade da Informação?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Para o Dr. Roberto Carneiro o grande desafio é saber como vamos ser um continente competitivo, fazendo uso das novas tecnologias, sem perder o sentido de comunidade. Face à enorme competitividade e ao exponencial crescimento de países como a China, o Japão e a Índia, a Europa terá de fortalecer o seu sentido de comunidade, ou seja, não pode ser uma Europa em que cada país se tenta sobrepor ao outro, mas sim, um conjunto de países que lutam pela competitividade de todo o continente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A sociedade de informação encontra-se prestes a atingir a sua última fase. É a fase em que é possível aceder aos dados através dos telemóveis. Neste momento estamos nos conteúdos auto-produzidos, mas na fase seguinte vamos ter conteúdos especificamente produzidos para a rede móvel.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Conselho Europeu realizado em Lisboa a 23/24 de Março de 2000 estabeleceu o objectivo ambicioso de tornar a Europa a economia mais competitiva e dinâmica do mundo. Considerou que a Europa necessitava com urgência de explorar as oportunidades da nova economia, nomeadamente a Internet.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para atingir estas metas as acções foram agrupadas em três objectivos principais: uma Internet mais barata, mais rápida e segura; investir nas pessoas e nas qualificações; e estimular a utilização da internet.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Portugal pode dar um grande contributo à Sociedade da Informação e do Conhecimento (SIC), no entanto, é necessário eliminar alguns entraves que ainda minam o nosso país. Em algumas Universidades portuguesas desenvolvem-se projectos de ponta que em muito poderiam contribuir para o desenvolvimento do país. O problema é que muitos desses projectos não são aproveitados, logo, impõe-se uma ligação mais próxima entre as Universidades e o Estado ou outras entidades financiadoras.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Outro dos problemas que coloca o país na "cauda" da Europa é a excessiva "fuga de cérebros" portugueses para outros países. Com frequência temos acesso a notícias sobre portugueses que são bem sucedidos em vários países do mundo. A questão é: porque é que isso acontece? A excessiva "fuga de cérebros" para o exterior ocorre porque o Estado e outras entidades não fornecem as condições necessárias para que eles possam exercer a sua actividade em Portugal. É, portanto, imperativo reter mais "cérebros" em Portugal e aproveitar todos os contributos que eles podem dar para o desenvolvimento do país.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Muitas empresas escolhem Portugal para testar novos produtos. Exemplo disso é a Mcdonalds que antes de lançar novos produtos noutros mercados efectua testes no mercado português. Este facto demonstra que o nosso país possui as potencialidades necessárias para ocupar um lugar cimeiro na União Europeia. Mas o que falta?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Falta uma grande aposta na inovação. Não me refiro aos financiamentos pontuais dados pelo Estado ou por grandes empresas a alguns projectos, mas sim, de uma aposta forte e continuada na inovação.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Apesar destes entraves já foram dados alguns passos importantes, como por exemplo, a possibilidade de entregar o IRS através da internet, o que permitiu não só reduzir as filas de espera como sensibilizar os portugueses para o uso das novas tecnologias, já que, neste caso, a conveniência de não estar numa fila de espera se sobrepõe ao receio de que a informação não seja recebida pelos serviços competentes. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Outro aspecto importante é o facto de muitas escolas já possuirem computadores com ligação à internet, sensibilizando, assim, as crianças e jovens para o uso das novas tecnologias. Os postos públicos de internet encontram-se cada vez mais disseminados por todo o país e, constituem-se como uma tentativa de "levar" as novas tecnologias da informação a grande parte da população. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No entanto, todo este esforço (apesar de muito importante) não é suficiente e Portugal encontra-se, hoje, perante o fenómeno da info-exclusão, ou seja, a diferença entre os que têm acesso às tecnologias da informação e da comunicação (info-ricos) e os que não têm (info-pobres). É necessário que, também, as gerações mais velhas tenham acesso às tecnologias da informação e da comunicação, de forma a reduzir o fosso entre info-ricos e info-pobres.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Apesar dos entraves que já referi Portugal possui várias características que muito podem contribuir para a Sociedade da Informação e do Conhecimento. A mais importante é o facto da língua portuguesa ser falada por milhões de pessoas em todo o mundo. Para além de ser falada em muitos países africanos, o português é também falado num dos países mais populosos do mundo e que muito se tem desenvolvido nos últimos anos, o Brasil. Dado isto, Portugal poderá ser o elo de ligação entre a Europa, o Brasil e alguns países africanos. Outra característica importante é o espírito inventivo. São inúmeros os portugueses reconhecidos internacionalmente e que ganham prémios (como por exemplo António Damásio) e há alguns anos inventámos a via verde mas vendemos a nossa invenção à Alemanha. O problema português não reside na falta de espírito inventivo, mas sim, no facto dos portugueses estarem muito "presos" a valores tradicionalistas e não acreditarem em si próprios.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Somos um país constituído por pessoas de grande valor e que gostam de aprender. É importante que Portugal ultrapasse os entraves, que acima referi, no menor tempo possível de forma a não perder o tão famoso "comboio da Europa" e a ter um papel preponderante na Sociedade da Informação e do Conhecimento.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22201299-114229576441933669?l=rededigital.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rededigital.blogspot.com/feeds/114229576441933669/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22201299&amp;postID=114229576441933669' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22201299/posts/default/114229576441933669'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22201299/posts/default/114229576441933669'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rededigital.blogspot.com/2006/03/que-papel-tem-portugal-na-sociedade-da.html' title='Que papel tem Portugal na Sociedade da Informação?'/><author><name>Gonçalo Correia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09019738061779139896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22201299.post-114192295221247722</id><published>2006-03-09T16:18:00.000Z</published><updated>2006-03-09T18:44:14.453Z</updated><title type='text'>Há opiniões e opiniões!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Num mundo cada vez mais interdependente e globalizado onde as culturas se entrecruzam e influenciam a nossa personalidade, a escolha de "beyourself" para o nome de um &lt;em&gt;blog&lt;/em&gt; aproxima-se, a meu ver, aos "gritos" de todos aqueles que lutaram pela independência do seu país de origem. Trata-se de alguém que se tenta marcar pela diferença (Será que consegue?), dizendo a todos os leitores: "Sejam vocês mesmos, abaixo os estereótipos."&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A abordagem deste &lt;em&gt;blog&lt;/em&gt; aos valores de um Mundo em Mudança não deixa de ser peculiar. A autora refere-se à velocidade, esse valor cada vez mais conquistado pelo Homem e, também, cada vez mais longínquo. Para justificar a presença deste valor na sociedade actual a autora refere a "CTT Expresso". A própria designação deste novo serviço de uma empresa já antiga no mercado, diz-nos muito acerca da adaptação das empresas a um mercado em mudança. No mundo onde a velocidade é fundamental só as empresas que proporcionam serviços rápidos aos seus clientes podem continuar a competir no mercado de uma forma eficaz.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Apesar de concordar com a maior parte das coisas referidas no&lt;em&gt; post&lt;/em&gt; a que fiz referência, gostava de ver respondidas duas perguntas que neste momento me atormentam o espírito: Como é possível sermos nós mesmos num mundo em que estamos cada vez mais dependentes e à mercê de outras culturas e de produtos estrangeiros? Como nos marcamos pela diferença num mundo em que as distâncias são cada vez mais reduzidas?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tal como já referi, a velocidade é um dos valores mais sintomáticos deste Mundo em Mudança, o que é facilmente confirmado através da análise dos &lt;em&gt;blogs&lt;/em&gt; dos meus colegas, já que, é difícil (senão mesmo impossível) encontrar algum que não o refira.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O &lt;em&gt;blog &lt;/em&gt;"Vida Digital" aborda de uma forma interessante o valor da velocidade, fazendo referência à vida agitada de hoje em dia. A meu ver é uma premissa verdadeira que se confirma pelas vezes que ouvimos frases como: "O dia devia ter mais horas" ou "Nem tive tempo para almoçar". &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A autora refere, ainda, o &lt;em&gt;zapping&lt;/em&gt; como característica de um mundo em que a velocidade impera. Penso que o &lt;em&gt;zapping &lt;/em&gt;apesar de ser uma característica da sociedade actual não advém da velocidade, mas sim, de uma cultura cada vez mais em "mosaico" onde somos bombardeados por informação e onde cada um tenta filtrá-la da melhor maneira possível. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O &lt;em&gt;zapping&lt;/em&gt; diz também respeito à escassez de atenção que caracteriza a sociedade actual. Essa escassez relaciona-se com a abundância de tudo (e por vezes de nada) com que nos deparamos todos os dias. Esta é, na minha modesta opinião, as principais razões que levam os telespectadores a fazer &lt;em&gt;zapping&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para que possam ter a vossa própria opinião sobre os &lt;em&gt;posts&lt;/em&gt; que comentei, deixo-vos os endereços dos &lt;em&gt;blogs&lt;/em&gt; onde os podem consultar:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"be yourself" - &lt;a name="OLE_LINK2"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a name="OLE_LINK1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://ibrbeyourself.blogspot.com/"&gt;http://ibrbeyourself.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Vida Digital" - &lt;a href="http://rachelmartins.blogspot.com/" target="_blank"&gt;http://rachelmartins.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22201299-114192295221247722?l=rededigital.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rededigital.blogspot.com/feeds/114192295221247722/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22201299&amp;postID=114192295221247722' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22201299/posts/default/114192295221247722'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22201299/posts/default/114192295221247722'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rededigital.blogspot.com/2006/03/h-opinies-e-opinies.html' title='Há opiniões e opiniões!'/><author><name>Gonçalo Correia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09019738061779139896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22201299.post-114088375376080827</id><published>2006-02-25T15:06:00.000Z</published><updated>2006-02-25T17:48:43.953Z</updated><title type='text'>Consumo de novos valores!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Vivemos num mundo em constante mudança e que se caracteriza pela ascensão de novos valores. Já não falamos dos valores enraizados na tradição e que marcaram vários séculos, mas sim, de novos valores que são consequência do mundo globalizado e marcado pelas tecnologias da informação em que hoje vivemos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Dr. Rui Marques referiu o "consumo como espelho do que somos". A ascensão de novos valores deu origem a novas tendências sociais e as empresas investem muito para tentar perceber quais as tendências sociais e explorar essas tendências, na tentativa de cativar os clientes para a compra do produto ou serviço que tentam vender. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Todos os dias somos confrontados com inúmeros anúncios, &lt;em&gt;outdoors&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;spots&lt;/em&gt; publicitários,... que fazem referência a estes novos valores.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mesmo ao lado da UCP, deparamo-nos com um enorme &lt;em&gt;outdoor&lt;/em&gt; da Vodafone que tem como slogan "Vive o momento, &lt;em&gt;Now&lt;/em&gt;". Este slogan é uma referência aos Ciclos Curtos. Os Ciclos Curtos caracterizam-se pela efemeridade, ou seja, pela ideia de que nada dura muito. A Vodafone pretende que os consumidores aproveitem o momento e que adquiram telemóveis, sem se preocuparem com o que eles podem valer no futuro, porque o que interessa é o agora. Uma vez que o &lt;em&gt;outdoor &lt;/em&gt;é relativo a uma empresa de telecomunicações podemos, ainda, fazer referência à Mobililidade. A Mobilidade é outro dos valores que fazem parte deste Mundo em Mudança e tem como uma das suas características o fenómeno das comunicações móveis.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O novo &lt;em&gt;spot &lt;/em&gt;publicitário dos telemóveis Nokia N70 e N90 é uma alusão a muitos destes valores. Os &lt;em&gt;slogans&lt;/em&gt; utilizados são "Feel New" e "See New", numa referência clara ao Império do Novo. O Império do Novo conduz a uma constante alteração de valores e só o que é novidade é considerado importante. Neste &lt;em&gt;spot &lt;/em&gt;aparecem imagens de pessoas a falar ao telemóvel a partir de várias zonas do globo. Trata-se de uma referência à Mobilidade, uma vez que a ideia é demonstrar que com o Nokia N70 ou N90 é possível fazer chamadas, enviar SMS ou MMS de qualquer parte do mundo, onde quer que se esteja.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Era do Feminino é outro dos valores deste Mundo em Mudança, e a meu ver, um dos mais explorados pelas empresas nos seus anúncios. Todos os dias nos deparamos com anúncios direccionados para o público feminino, isto advém do facto da mulher ter um peso crescente nas decisões de consumo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Estes anúncios já não exploram a ideia da mulher como dona de casa que faz o jantar enquanto espera que o marido chegue do trabalho, mas sim, a ideia de uma mulher multifacetada que é bem sucedida a nível profissional, que cuida dos filhos e que faz tudo para estar em forma.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Anúncios como o dos cereais Nestlé Fitness que tem como &lt;em&gt;slogan &lt;/em&gt;"Mantenha a linha, sinta-se em forma" ou o dos iogurtes Bio Activia "Activa-a por dentro e isso vê-se por fora", são exemplo disso mesmo. É de realçar a escolha de Fátima Lopes para os anúncios dos iogurtes Bio Activia, uma vez que é uma conhecida apresentadora de televisão e uma mulher bem sucedida a nível profissional.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Outro valor muito explorado é o da Velocidade. A Velocidade é a arma para expandir o tempo, que é um bem cada vez mais escasso. Anúncios como os da Seguro Directo ou das empresas de entregas expresso, como a Chronopost ou a Via Directa, exploram muito este valor. É, ainda, importante realçar que o anúncio da Seguro Directo faz referência à Interactividade, já que a interacção com o cliente é apresentada de uma forma instantânea e personalizada.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por tudo o que referi, concordo inteiramente com a frase do Dr. Rui Marques a que fiz referência no início deste texto. Ao analisar alguns &lt;em&gt;spots &lt;/em&gt;publicitários é difícil não entender o "consumo como espelho do que somos".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22201299-114088375376080827?l=rededigital.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rededigital.blogspot.com/feeds/114088375376080827/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22201299&amp;postID=114088375376080827' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22201299/posts/default/114088375376080827'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22201299/posts/default/114088375376080827'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rededigital.blogspot.com/2006/02/consumo-de-novos-valores.html' title='Consumo de novos valores!'/><author><name>Gonçalo Correia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09019738061779139896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22201299.post-113950252790837469</id><published>2006-02-09T15:55:00.000Z</published><updated>2006-02-10T17:13:39.726Z</updated><title type='text'>Que expectativas?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Confesso que ontem fiquei um pouco surpreso durante a aula teórica quando a professora referiu o conteúdo e forma de avaliação da cadeira de Sociologia da Cultura e Meios Digitais e Interactivos. Esperava uma cadeira completamente diferente, que se pauta-se por teorias de autores mais ou menos desconhecidos. Ao contrário, e para grande satisfação minha, encontrei uma cadeira tipo seminário, em que cada tema será leccionado por um especialista relativo ao tema em questão. Face à enorme quantidade de temas apresentados é difícil eleger aquele que considero mais interessante, uma vez que, cada um deles nos permitirá descobrir realidades novas que até então desconhecemos ou que conhecemos apenas de uma forma superficial. O primeiro tema "Um Mundo em Mudança - A ascensão de novos valores" desperta-me logo um grande interesse, já que, num mundo em que as mudanças são cada vez mais rápidas e as verdades mais efémeras, a realidade altera-se sem por vezes nos apercebermos. Trata-se de um tema que chamará a atenção para a diferença entre a realidade actual e a de há 10, 5 ou mesmo 1 ano atrás. Já não falamos de mudanças como aquelas que marcaram o século XIX e que se pautaram por Revoluções Industriais, mas sim, de pequenas mudanças que em conjunto formam a maior revolução que o mundo já conheceu.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ao ler o prgrama desta cadeira há dois temas que me despertam a máxima atenção. O primeiro destes temas é "A Sociedade da Informação e do Conhecimento (SIC) no Trabalho e na Empresa". Considero este tema muito interessante, uma vez que, através dele poderemos conhecer o impacto da Sociedade da Informação e do Conhecimento nas relações laborais, de produção e na forma como as empresas se dão a conhecer a um mercado cada vez mais interdependente e globalizado. O segundo tema que considero muito importante no programa desta cadeira é "A Sociedade da Informação e do Conhecimento na Democracia e na Cidadania". Vivemos num mundo mais democrático?Temos hoje mais liberdade de expressão do que tiveram os nossos pais? Temos uma democracia mais perfeita ou mais imperfeita?Qual o contributo da Sociedade da Informação e do Conhecimento para o apuramento da Democracia? Estas são apenas algumas questões para as quais espero encontrar resposta quando abordarmos este tema.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Considero a metodologia de avaliação desta cadeira inovadora e estimulante, já que, não teremos de decorar matéria para realizar uma ou duas frequências, mas sim, investigar, seleccionar e apresentar algo que consideremos interessante e estimulante. É uma forma de nos ensinar a pesquisar por nós próprios, estimulando o nosso espírito crítico e capacidade de síntese. A ideia de escrever num blog é também ela muito interessante, visto permitir uma partilha mais eficaz das nossas opiniões com as dos nossos colegas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Espero que esta cadeira me enriqueça a nível pessoal e que me permita conhecer áreas novas e interessantes. Desejo a todos um bom semestre...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22201299-113950252790837469?l=rededigital.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rededigital.blogspot.com/feeds/113950252790837469/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22201299&amp;postID=113950252790837469' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22201299/posts/default/113950252790837469'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22201299/posts/default/113950252790837469'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rededigital.blogspot.com/2006/02/que-expectativas.html' title='Que expectativas?'/><author><name>Gonçalo Correia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09019738061779139896</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
